Segunda, 18 de Junho de 2018
2018, autorresponsabilidade e Janeiro branco
2018, autorresponsabilidade e Janeiro branco
Valéria Villares

Sobre Valéria Villares
Psicóloga, musicista autodidata, praticante de Arte Marcial e otimista

É natural, que ao iniciar um novo período, as pessoas estejam cheias de expectativas, ou poderia chamar de apreensão?!

A incerteza para 2018 é grande, são inúmeros acontecimentos para esse conjunto de números.
Como respirar tranquilo se os diferentes especialistas já trouxeram a público suas previsões não tão agradáveis?

É ano eleitoral, ano de atenções voltadas para a copa do mundo, ano de condenações - ou não, ano, ano e ano! Qual a sua avaliação para 2018?

Bem, não podemos deixar de considerar o emaranhado, o sótão empoeirado dos contos de fadas, ou seja lá qual for a representação para o cenário dessa antiga Ilha de Vera Cruz.

Ilha essa que de um dos primeiros nomes restou o “vera”, mas não de uma mulher bela, “vera” de um jogo à vera que estamos vivendo.

O interessante é que muitos irão cansar nas primeiras linhas, por acreditar que a leitura é sobre algo que não mais se consegue filtrar, mediante discursos não desejados, que não param de se repetir por aí.

A boa notícia para aquele que continuar é que, o assunto é autorresponsabilidade! É você ter a oportunidade de desenvolver autoconsciência perante a vida que tem tido, sem se apoiar no que tem acontecido à sua volta, justificando a todo instante o motivo de alguns fracassos, talvez, ou do pouco êxito.

A idéia é levar as pessoas a pensar que enquanto se almeja alcançar o melhor, sem que seja feita uma avaliação de si, aguardando apenas o momento em que o país melhore, teremos filas e mais filas de pessoas em desesperança. Ansiosas pela boa-nova. O que não quer dizer, deixar de lado a luta por um país mais justo.

Com balanças iguais ou próximas a isso, o que se pretende é sacodir a poeira e compreender que em momentos específicos, será você por você mesmo. Com foco direcionado para a crença de que é o único a mudar o seu rumo, ajustando as velas.

Carrega consigo o desejo de mudança, realiza ações para tal, evidencia o nacional, mas, indo em busca de trabalhar suas potencialidades e ir além!

Mas, será que é uma tarefa fácil desenvolver autoconsciência para perceber os seus estados internos, a saber, emoções e sentimentos que tem prevalecido? Como fazê-la diante de inúmeras falas sem incentivo e históricos que não propiciam habilidades para tal?

É aí que entra em cena a campanha janeiro branco, da qual o intuito é promover uma cultura de saúde mental, não só para 2018, mas levando a sociedade a valorizar o autocuidado de janeiro a janeiro.

Mostra-se na campanha, que somos seres humanos, não super-heroínas ou heróis – quando o assunto é resolução de problemas, ou simplesmente, desejo pelo autoconhecimento, busca de bem estar e qualidade de vida.

Quando se é criança e deseja um objeto que está no local mais alto da casa, pede-se auxílio a quem está mais perto, e assim também é nas fases seguintes, não deve existir vergonha ou medo de contar com profissionais para segurar a sua mão nos assuntos que sente dificuldade.

É dada a mão, criada uma relação de empatia, de encorajamento, para que se possam construir caminhos para o desenvolvimento, nas diferentes esferas de vida, buscando protagonizar e não esperar incansavelmente o início do bom espetáculo.

Avante leitores, avante Brasil. Estamos em Janeiro.



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